Descubra se a gestão de TI investe bem ou tem mais perdas do que necessário para manter o funcionamento na tecnologia da informação.
No artigo anterior abordamos sobre eventos que na verdade não são incertos, mas apenas um pouco complexos para a gestão de TI. Em outras palavras, aprendemos a respeito das incertezas e complexidades produtivas.
Com esse artigo, vamos tratar dos acontecimentos de tecnologia da informação no ponto de vista financeiro. Portanto, é uma leitura para ajudar a tomar decisões de investimentos em ti e evitar desperdícios.
De início percebemos dois comportamentos intrigantes de TI. Em primeiro lugar, um gestor pode pensar que está investindo em tecnologia para aumentar a receita quando na verdade está gastando dinheiro à toa!
Segundo lugar, nas épocas da indústria 5.0 não é obrigatório sempre aplicar recursos em tecnologia da informação? Bom, tome cuidado se esse conceito de mindset envolve a sua cultura organizacional. Seu negócio pode estar mais na situação de gastos e desperdícios do que de proveito.
De fato, as corporações precisam investir no de TI para funcionar com a melhor performance.
A questão é: como a verba aparece nas planilhas do setor financeiro e no fechamento mensal ou anual?
Essa experiência acontece no meio corporativo: O administrador ou o financeiro autoriza as despesas apontadas nos mapeamentos técnicos do setor. Isso porque, o gestor quer garantir a alta disponibilidade.
Tal conduta se baseia na concepção um pouco banal de que comprar tecnologia nunca é uma perda.
No caso, se um administrador não sabe avaliar eventos em TI vai pensar que investimentos e custos são indispensáveis, sem exceção. Assim, a empresa corre riscos de fazer aportes desnecessários para a boa gestão de TI.
O caminho ao administrador é procurar ser um profissional que aplica técnicas apuradas e organizacionais. Certamente, dá para reduzir custos sem comprometer a produtividade ao se voltar para uma coordenação em série.
Ademais, é viável tomar ações para evitar pontos dados como incertos e custosos.
O segredo é investigar mais a fundo a natureza do problema para prevenir prejuízos e baixa performance. Logo, precisamos colocar as mangas de fora e trabalhar na busca das origens da incerteza técnica.
O administrador principal necessita ficar de olhos abertos. A gestão correta é coordenada com diversos métodos ou itens para a avaliação. Também é necessário relatórios como mapas que exigem acompanhamento constantemente.
Ao mergulhar na origem do problema é muito possível encontrar uma questão passível de ser prevista. Isso como resultado da gestão detalhada, com base em comprometimento e políticas de gestão alinhadas a economia financeira.
Por exemplo, um sistema fica inoperante e deixa o setor inteiro com horas de inatividade. Às vezes essa ocorrência decorre não por inexistir um controle do risco de falhas no equipamento. Mas, sim, porque falta tempo ao responsável conferir o cronograma da reposição de peças.
Outro quadro ineficaz é contratar serviços de instaladores externos para instalar servidores e outros dispositivos. Uma vez que a tecnologia é cada vez mais presente no ambiente empresarial, terceirizar a instalação todas as vezes que chega um equipamento pode ser uma utilização ineficiente do financeiro.
Deste modo, é aconselhável possuir um assistente de TI. Esse profissional trabalha para gerenciar a troca de componentes de todos os dispositivos e certificar a longa durabilidade de ativos tecnológicos.
Nesse sentido, a aceitação de que o analista de TI não tem tempo e demanda assistentes dói menos no bolso. Sem contar que além de econômica ao longo-prazo, essa medida otimiza o desempenho corporativo.
O primeiro passo é identificar os tipos de eventos na sua empresa, separando o joio do trigo.
Então, evite o efeito de encobrir os acontecimentos que geram prejuízos nos equipamentos, na produção e nas receitas.
Também é importante buscar a solução ideal dos casos, sem apontar culpados em um primeiro instante. Isso faz parte de entender a raiz dos problemas.
Às vezes, o responsável não tem como atender a demanda. Em alguns casos, a checagem de equipamentos não está descrita nas atribuições. Dessa maneira, colocar o analista do setor como principal fonte da questão não resolve a situação.
Tenha calma. Trabalhe com a análise de hipóteses para resolver o problema, entendendo quais são adequadas e assertivas. Com efeito, essa gestão de TI muda a empresa da condição de prejuízo financeiros para agregar ganhos reais na receita.
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